Os Pergaminhos do Mar Morto são considerados por muitos como a maior descoberta arqueológica da era moderna. Contudo, desde o início eles têm causado polêmica. Após anos de debates, sabemos que eles contêm alguns dos textos bíblicos mais antigos já descobertos, mas ainda não temos conhecimento de seus autores. Neste filme, o arqueólogo Bob Cargill vai em busca da resposta para uma das questões mais intrigantes da história.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
"História das Religiões: Protestantismo"
“Nosso Deus é uma poderosa fortaleza.” Eu não me envergonho do evangelho de Cristo, porque ele é a força para a salvação de todo aquele que acredita. O justo viverá pela fé.” No século 16 uma série drámática de protestos religiosos, sociais e políticos produziu uma nova e influente forma de cristianismo que logo cresceria para rivalizar com o católico e o ortodóxo como o terceiro grande ramo da maior religião na Europa. Mais tarde o protestantismo se espalharia mundialmente em um dos maiores movimentos religiosos da história.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
"Sou César: Júlio César"
Episódio da série Sou César, que analisa a trajetória de alguns dos maiores imperadores romanos e mostra o importante legado deixado por cada um deles, nos ajudando a entender o contexto histórico da Roma Antiga, nos diferentes períodos do Império, de sua ascensão e glória até sua decadência. Neste episódio, o mais famoso dos Césares romanos de todos os tempos e a análise de fatos históricos através de duas vertentes: se ele foi um gênio militar ou um tirano violento, vencido por sua ambição. Júlio Cesar não foi nomeado realmente imperador, mas "Ditador Vitalício". Na verdade, o primeiro imperador romano foi Otávio, sobrinho de Júlio César, que depois mudou seu nome para Augusto César, assumindo o nome "César" como um título. Nestes episódios, vemos como Júlio César pavimentou o caminho da República para o Império romano.
Parte 1
Parte 2
"O Contragolpe de 1964: A Verdade Sufocada"
Se houve na história da América Latina um episódio sui generis, foi a Revolução de Março (ou, se quiserem, o golpe de abril) de 1964. Numa década em que guerrilhas e atentados espoucavam por toda parte, seqüestros e bombas eram parte do cotidiano e a ascensão do comunismo parecia irresistível, o maior esquema revolucionário já montado pela esquerda neste continente foi desmantelado da noite para o dia e sem qualquer derramamento de sangue.
O fato é tanto mais inusitado quando se considera que os comunistas estavam fortemente encravados na administração federal, que o presidente da República apoiava ostensivamente a rebelião esquerdista no Exército e que em janeiro daquele ano Luís Carlos Prestes, após relatar à alta liderança soviética o estado de coisas no Brasil, voltara de Moscou com autorização para desencadear – por fim! – a guerra civil no campo. Mais ainda, a extrema direita civil, chefiada pelos governadores Adhemar de Barros, de São Paulo, e Carlos Lacerda, da Guanabara, tinha montado um imenso esquema paramilitar mais ou menos clandestino, que totalizava não menos de 30 mil homens armados de helicópteros, bazucas e metralhadoras e dispostos a opor à ousadia comunista uma reação violenta. Tudo estava, enfim, preparado para um formidável banho de sangue.
Na noite de 31 de março para 1o. de abril, uma mobilização militar meio improvisada bloqueou as ruas, pôs a liderança esquerdista para correr e instaurou um novo regime num país de dimensões continentais – sem que houvesse, na gigantesca operação, mais que duas vítimas: um estudante baleado na perna acidentalmente por um colega e o líder comunista Gregório Bezerra, severamente maltratado por um grupo de soldados no Recife. As lideranças esquerdistas, que até a véspera se gabavam de seu respaldo militar, fugiram em debandada para dentro das embaixadas, enquanto a extrema-direita civil, que acreditava ter chegado sua vez de mandar no país, foi cuidadosamente imobilizada pelo governo militar e acabou por desaparecer do cenário político.

Qualquer pessoa no pleno uso da razão percebe que houve aí um fenômeno estranhíssimo, que requer investigação. No entanto, a bibliografia sobre o período, sendo de natureza predominantemente revanchista e incriminatória, acaba por dissolver a originalidade do episódio numa sopa reducionista onde tudo se resume aos lugares-comuns da "violência" e da "repressão", incumbidos de caracterizar magicamente uma etapa da história onde o sangue e a maldade apareceram bem menos do que seria normal esperar naquelas circunstâncias.
Os trezentos esquerdistas mortos após o endurecimento repressivo com que os militares responderam à reação terrorista da esquerda, em 1968, representam uma taxa de violência bem modesta para um país que ultrapassava a centena de milhões de habitantes, principalmente quando comparada aos 17 mil dissidentes assassinados pelo regime cubano numa população quinze vezes menor.
Com mais nitidez ainda, na nossa escala demográfica, os dois mil prisioneiros políticos que chegaram a habitar os nossos cárceres foram rigorosamente um nada, em comparação com os cem mil que abarrotavam as cadeias daquela ilhota do Caribe. E é ridículo supor que, na época, a alternativa ao golpe militar fosse a normalidade democrática. Essa alternativa simplesmente não existia: a revolução destinada a implantar aqui um regime de tipo fidelista com o apoio do governo soviético e da Conferência Tricontinental de Havana já ia bem adiantada. Longe de se caracterizar pela crueldade repressiva, a resposta militar brasileira, seja em comparação com os demais golpes de direita na América Latina seja com a repressão cubana, se destacou pela brandura de sua conduta e por sua habilidade de contornar com o mínimo de violência uma das situações mais explosivas já verificadas na história deste continente.
Com mais nitidez ainda, na nossa escala demográfica, os dois mil prisioneiros políticos que chegaram a habitar os nossos cárceres foram rigorosamente um nada, em comparação com os cem mil que abarrotavam as cadeias daquela ilhota do Caribe. E é ridículo supor que, na época, a alternativa ao golpe militar fosse a normalidade democrática. Essa alternativa simplesmente não existia: a revolução destinada a implantar aqui um regime de tipo fidelista com o apoio do governo soviético e da Conferência Tricontinental de Havana já ia bem adiantada. Longe de se caracterizar pela crueldade repressiva, a resposta militar brasileira, seja em comparação com os demais golpes de direita na América Latina seja com a repressão cubana, se destacou pela brandura de sua conduta e por sua habilidade de contornar com o mínimo de violência uma das situações mais explosivas já verificadas na história deste continente.
No entanto, a historiografia oficial – repetida ad nauseam pelos livros didáticos, pela TV e pelos jornais – consagrou uma visão invertida e caricatural dos acontecimentos, enfatizando até à demência os feitos singulares de violência e omitindo sistematicamente os números comparativos que mostrariam – sem abrandar, é claro, a sua feiúra moral – a sua perfeita inocuidade histórica. Fonte: A verdade que a mídia não mostra.
"A Fuga de Hitler"
Segundo consta nos documentos públicos, Adolf Hitler suicidou-se no seu bunker subterrâneo enquanto as tropas aliadas tomavam Berlim no final da II Guerra Mundial. Mas o facto é que ninguém o viu morrer. Jamais se encontrou o cadáver. Nem se fizeram fotos. Há quem acredite que Hitler conseguiu escapar. Durante anos viu-se, supostamente, o antigo ditador em muitos lugares do mundo. Então, nos anos 90, os Russos revelaram que, décadas antes, tinham encontrado provas determinantes no bunker de Hitler que confirmavam que o ditador tinha morrido ali. Entre estas provas há uma peça de crânio. Misteryquest conseguiu ter acesso a estas provas para verificá-las. Os resultados são chocantes! Um superdocumentário que promete revelar fatos que reescreverão a História como a conhecemos!!
"Conspiração? - A CIA e os Nazistas"
"Há um mito de que os nazistas, essas pessoas terríveis cometeram estes crimes e, após 1945, desapareceram. Isto não é verdade..". A verdade é que milhares de ex-nazistas, entre os quais, muitos criminosos, foram trabalhar para o governo americano, sem o conhecimento da população. Durante a guerra, seus crimes incluiram supervisionar campos de trabalhos escravos e ordenar a morte de crianças órfãs.
"É um jogo duplo. As vezes tem de fazê-lo por uma causa maior".
"Era a política americana contratar quem pudesse dar informações úteis, fosse criminoso ou não".
Até onde o governo americano foi para encobrir os crimes de guerra destes recrutas e sessenta anos depois, será que os americanos sabem de toda a verdade?
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