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terça-feira, 2 de dezembro de 2014
"Inquisição na América Latina"

quinta-feira, 29 de maio de 2014
"O Mundo do Futuro: Perigos do Futuro"
Neste capitulo da serie O Mundo do Futuro conheça um mundo em que robôs protegem as cidades, sistemas de aquecimento e resfriamento subterrâneos dissipam furacões antes que eles atinjam o solo e interceptadores de foguetes servem de escudo para o planeta contra perigosos asteróides. Mas, os próprios robôs podem tornar-se uma ameaça?
quarta-feira, 21 de maio de 2014
"Sou César: Júlio César"
Episódio da série Sou César, que analisa a trajetória de alguns dos maiores imperadores romanos e mostra o importante legado deixado por cada um deles, nos ajudando a entender o contexto histórico da Roma Antiga, nos diferentes períodos do Império, de sua ascensão e glória até sua decadência. Neste episódio, o mais famoso dos Césares romanos de todos os tempos e a análise de fatos históricos através de duas vertentes: se ele foi um gênio militar ou um tirano violento, vencido por sua ambição. Júlio Cesar não foi nomeado realmente imperador, mas "Ditador Vitalício". Na verdade, o primeiro imperador romano foi Otávio, sobrinho de Júlio César, que depois mudou seu nome para Augusto César, assumindo o nome "César" como um título. Nestes episódios, vemos como Júlio César pavimentou o caminho da República para o Império romano.
Parte 1
Parte 2
"O Contragolpe de 1964: A Verdade Sufocada"
Se houve na história da América Latina um episódio sui generis, foi a Revolução de Março (ou, se quiserem, o golpe de abril) de 1964. Numa década em que guerrilhas e atentados espoucavam por toda parte, seqüestros e bombas eram parte do cotidiano e a ascensão do comunismo parecia irresistível, o maior esquema revolucionário já montado pela esquerda neste continente foi desmantelado da noite para o dia e sem qualquer derramamento de sangue.
O fato é tanto mais inusitado quando se considera que os comunistas estavam fortemente encravados na administração federal, que o presidente da República apoiava ostensivamente a rebelião esquerdista no Exército e que em janeiro daquele ano Luís Carlos Prestes, após relatar à alta liderança soviética o estado de coisas no Brasil, voltara de Moscou com autorização para desencadear – por fim! – a guerra civil no campo. Mais ainda, a extrema direita civil, chefiada pelos governadores Adhemar de Barros, de São Paulo, e Carlos Lacerda, da Guanabara, tinha montado um imenso esquema paramilitar mais ou menos clandestino, que totalizava não menos de 30 mil homens armados de helicópteros, bazucas e metralhadoras e dispostos a opor à ousadia comunista uma reação violenta. Tudo estava, enfim, preparado para um formidável banho de sangue.
Na noite de 31 de março para 1o. de abril, uma mobilização militar meio improvisada bloqueou as ruas, pôs a liderança esquerdista para correr e instaurou um novo regime num país de dimensões continentais – sem que houvesse, na gigantesca operação, mais que duas vítimas: um estudante baleado na perna acidentalmente por um colega e o líder comunista Gregório Bezerra, severamente maltratado por um grupo de soldados no Recife. As lideranças esquerdistas, que até a véspera se gabavam de seu respaldo militar, fugiram em debandada para dentro das embaixadas, enquanto a extrema-direita civil, que acreditava ter chegado sua vez de mandar no país, foi cuidadosamente imobilizada pelo governo militar e acabou por desaparecer do cenário político.

Qualquer pessoa no pleno uso da razão percebe que houve aí um fenômeno estranhíssimo, que requer investigação. No entanto, a bibliografia sobre o período, sendo de natureza predominantemente revanchista e incriminatória, acaba por dissolver a originalidade do episódio numa sopa reducionista onde tudo se resume aos lugares-comuns da "violência" e da "repressão", incumbidos de caracterizar magicamente uma etapa da história onde o sangue e a maldade apareceram bem menos do que seria normal esperar naquelas circunstâncias.
Os trezentos esquerdistas mortos após o endurecimento repressivo com que os militares responderam à reação terrorista da esquerda, em 1968, representam uma taxa de violência bem modesta para um país que ultrapassava a centena de milhões de habitantes, principalmente quando comparada aos 17 mil dissidentes assassinados pelo regime cubano numa população quinze vezes menor.
Com mais nitidez ainda, na nossa escala demográfica, os dois mil prisioneiros políticos que chegaram a habitar os nossos cárceres foram rigorosamente um nada, em comparação com os cem mil que abarrotavam as cadeias daquela ilhota do Caribe. E é ridículo supor que, na época, a alternativa ao golpe militar fosse a normalidade democrática. Essa alternativa simplesmente não existia: a revolução destinada a implantar aqui um regime de tipo fidelista com o apoio do governo soviético e da Conferência Tricontinental de Havana já ia bem adiantada. Longe de se caracterizar pela crueldade repressiva, a resposta militar brasileira, seja em comparação com os demais golpes de direita na América Latina seja com a repressão cubana, se destacou pela brandura de sua conduta e por sua habilidade de contornar com o mínimo de violência uma das situações mais explosivas já verificadas na história deste continente.
Com mais nitidez ainda, na nossa escala demográfica, os dois mil prisioneiros políticos que chegaram a habitar os nossos cárceres foram rigorosamente um nada, em comparação com os cem mil que abarrotavam as cadeias daquela ilhota do Caribe. E é ridículo supor que, na época, a alternativa ao golpe militar fosse a normalidade democrática. Essa alternativa simplesmente não existia: a revolução destinada a implantar aqui um regime de tipo fidelista com o apoio do governo soviético e da Conferência Tricontinental de Havana já ia bem adiantada. Longe de se caracterizar pela crueldade repressiva, a resposta militar brasileira, seja em comparação com os demais golpes de direita na América Latina seja com a repressão cubana, se destacou pela brandura de sua conduta e por sua habilidade de contornar com o mínimo de violência uma das situações mais explosivas já verificadas na história deste continente.
No entanto, a historiografia oficial – repetida ad nauseam pelos livros didáticos, pela TV e pelos jornais – consagrou uma visão invertida e caricatural dos acontecimentos, enfatizando até à demência os feitos singulares de violência e omitindo sistematicamente os números comparativos que mostrariam – sem abrandar, é claro, a sua feiúra moral – a sua perfeita inocuidade histórica. Fonte: A verdade que a mídia não mostra.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
"Segredos dos Mortos: A Rede de Espiões de Stalin"
No mais absoluto segredo, um grupo de alemães, suíços e americanos trabalhou, desde a Europa até a Ásia, para se infiltrar nas mais altas esferas do Eixo. A União Soviética chefiou esta organização. Mas o perigo sempre pairou sobre suas operações, e a Gestapo, junto com a desconfiança de Stalin, quase acabou com elas em 1943, deixando a maioria de seus protagonistas no anonimato.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
"Civilizações Perdidas: Egeu - O Legado de Atlântida"

quinta-feira, 15 de maio de 2014
"Grandes Shows da Terra: TV no Brasil"
quarta-feira, 14 de maio de 2014
"Ícones do Mau Comportamento: Nero"

Esta série nos dará uma nova visão sobre alguns dos mais fascinantes ícones do mundo antigo. Eles se utilizaram de uma crueldade surpreendente comparada com os padrões atuais. Em cada episódio, através de descobertas históricas, evidências da ciência forense, achados arqueológicos e análises de instrumentos de tortura, conheceremos um pouco mais sobre estes líderes e suas estratégias militares, suas relações afetivas e como conseguiram ter sucesso e se manter no poder
Neste episódio da série, o ícone do mau comportamento é Nero César. Nero foi cruel, um tirano indulgente que brincava enquanto Roma se queimava. Pelo menos é isso que conta a história. A verdade está em uma criança trazida ao mundo por uma mãe seriamente perturbada. Estando já em seu estado tirânico, se sentiu bastante confortável com a morte e as torturas e seu perfil psicológico levou-o a utilizar métodos tétricos de assassinato.
terça-feira, 13 de maio de 2014
"Racismo: Uma História"
Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais colonialistas e nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
"Mundos Perdidos: Os Primeiros Cristãos"
Logo depois da crucificação, os seguidores de Jesus não chegavam a 100. Formavam um culto perseguido e estavam em vias de extinção. Mas em poucas décadas este culto ganharia milhares de seguidores por todo o império romano. Chegou até cidades poderosas, como Éfeso, onde adoradores pagãos haviam construído um templo à deusa Diana. Este templo ficou conhecido com uma das maravilhas do mundo antigo. A então nova religião cristâ disseminou-se até os desertos da Túrquia e a Capadócia, onde um povo misterioso cavou cidades subterrâneas e extraordinárias igrejas na rocha vulcânica. No começo, um único homem levou a mensagem cristã pelas estradas que Roma construíra para seus soldados; um pregador chamado Paulo. Ao longo de sua vida ele andou cerca de 30.000 quilômetros, levando mudanças e reviravoltas por onde passava. Hoje, usando pesquisa de ponta e computação gráfica, uma equipe de cientistas tentará revelar o mundo que ele conheceu e os lugares que ele visitou e transformou. Este é o mundo perdido de São Paulo e dos primeiros cristãos.
domingo, 4 de maio de 2014
"A Hstória do Número ´1´"

A História do Número 1 faz um passeio pela história da matemática tendo como personagem principal o número um. Esse representa o início de tudo, desde os primeiros registros simbólicos grafados em ossos para exprimir quantidades em uma sucessão de traços que permitia a contagem. Analisando os sumérios, o documentário atribui à sua representação do número um em cones de argila como responsável por possibilitar a representação da subtração e, assim, dar origem à aritmética. Sobre os algarismos hindu-arábicos, o documentário defende que seria mais correto denominá-los indianos, pois esses povos já utilizavam esse sistema algorítmico milhares de anos antes de Cristo, e os árabes, nesse processo, foram responsáveis por levá-los à Europa. Esses algarismos traziam uma novidade revolucionária: o número zero, o qual passa a dividir as atenções com o personagem principal do documentário. Como a representação do nada foi recebida pela sociedade europeia, e porque o uso do zero revolucionou a representação tanto de grandes quantidades quanto de muito pequenas são questões trabalhadas neste filme. Além disso, a obra analisa como os números um e zero se tornaram os responsáveis por uma das mais importantes revoluções do conhecimento humano: a informatização.
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
"Inventos da Antiguidade: Robôs" (Lg. Espanhol)
O The History Channel veiculou uma série excepcional, intitulada "Inventos da Antiguidade". Apresento links para um episódio instigante: "Robôs". Realmente, é impressionante quando nos deparamos com informações que não são compartilhadas hoje em dia, sobre a perpicácia e avanços técnicos conceguidos por nossos antepassados. Você vai verificar, prezado leitor, que é um erro epistemológico grosseiro supormos que a explosão tecnológica dos séculos XIX e XX são ocasiões isoladas do restante da História. Longe de serem primitivos, nossos antepassados têm suas conquistas redescobertas por uma série de estudiosos, que não somente desvendam os mistérios de inimagináveis maquinários antigos, como mostram ligações diretas dos conceitos por trás do objetos construídos e a base técnica de nossa sociedade atual. Realmente, imperdível!!
"Grandes Livros: ´A República de Platão´"
O documentário apresenta uma análise do compêndio filosófico A República, que está dividido em dez livros, ou diálogos, nos quais Platão discorre sobre seu pensamento sobre o Estado ideal, que também expressa sua doutrina sobre o homem ideal.
Platão serve-se da figura de Sócrates como personagem principal, e este trava com seus interlocutores profundos debates sobre diversos temas, desde o discurso sobre a superioridade da justiça em relação à injustiça, passando pela construção da cidade ideal com todos os seus elementos, com destaque para figura e a importância dos filósofos, às reflexões metafísicas sobre os dois mundos, o sensível e o inteligível, até chegar às conclusões sobre o destino da alma.
Apesar do título, "A República" (em grego: Politéia), Platão nesta obra não tem como ponto principal a reflexão sobre teoria política. Controversa, a obra expõe a concepção filosófica de Platão, sobre cosmos, sobre o homem, o Estado, a física, a metafísica, isto é, configura-se como uma espécie de síntese de sua produção filosófica.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
"O Oriente e o Ocidente"
O Oriente e o Ocidente é um dos documentários mais interessantes dos últimos tempos. Ele o levará a questionar as suas certezas mais sólidas sobre o mundo a seu redor. Você aprenderá que as diferenças na forma de ver o mundo entre os orientais e os ocidentais pode ter uma influência direta na nossa capacidade de sermos felizes. Este Programa, dividido em duas partes, discute as diferenças culturais entre os orientais e os ocidentais. As origens do nosso narcisismo, egoísmo e orgulho pode ser mais profunda que imaginamos e estar enraizado na estrutura da nossa cultura e da nossa linguagem. Faça os testes e descubra se a sua mente é tipicamente ocidental ou se você vê o mundo como uma pessoa do oriente.
Parte 1
Parte 2
Parte 2
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